Bolivia - Potosi

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A cidade de Potosí, localizada ao sul da República de Bolívia e capital do departamento do mesmo nome, se encontra na cordilheira dos Andes, cerca de Sucre, a 3.960 m de altitude. É um centro mineiro que produz estanho, prata, cobre e chumbo. Sua produção industrial é uma das mais importantes do país, conta com fábricas de alimentos processados, móveis e cerveja. Seu patrimônio arquitetônico está representado por numerosas construções coloniais: a catedral, de estilo gótico; a Casa da Moeda, construída entre 1.757 e 1.773, que conserva importantes arquivos coloniais e constitui um dos edifícios civis mais destacados de Ibero-América; bem como a Universidade Tomás Frias. Potosí foi fundada em 1.546, um ano depois de que se descobrissem minas de prata no cerro Rico, em cujos pés se levantaram a cidade. Em 1.611 era a maior produtora de prata do mundo e tinha 150.000 habitantes; no entanto, em 1.825 praticamente a prata se tinha esgotado e sua população desceu a 8.000 habitantes. No começo do século XX, a exploração de estanho se incrementou pela demanda mundial e, como conseqüência, a cidade voltou a experimentar um crescimento importante. A cidade de Potosí, também denominada "Vila Imperial" desde o ano 1.547 pelo imperador da Espanha, é um dos lugares mais fascinantes de Bolívia não só por sua história, escondida em cada esquina, mas também pelo resguardo das riquezas naturais mais importantes do mundo. A cidade soube conservar suas raízes até a atualidade, afirmação garantida pela aparência intacta de sua arquitetura colonial, os costumes de sua gente e a presença de culturas indígenas com expressões autênticas, transmitidas de geração em geração que ainda hoje persistem. Durante a época prévia à industrialização, o Cerro Rico (Mina de Potosí), foi o principal provedor de prata do mundo, razão pela qual surgiu a urbe mais povoada de América. Com cerca de 160.000 habitantes, conseguia superar a população de Londres e Paris. Naqueles anos a riqueza aflorava em todos os rincões de Potosí e isto se via refletido nas opulentas construções, elegantes casas, majestosas igrejas e principalmente, na Casa da Moeda lugar no que se cunhava o metal e o convertia em moeda de circulação em todo o império. O poderoso iman fez florescer a grandes artistas da época como pintores, escultores, músicos, escritores; era uma grande fonte de inspiração para todos estes. Para representar sua opulência se fez corrente a exclamação "Vale um Potosí", fazendo referência ao famoso Cerro, desde onde se extraiu infinitas toneladas de prata para Espanha, o que originou a lenda de que, com tanto mineral,havia sido possível criar uma ponte de prata entre Potosí e Madri. Potosí possui ruas silenciosas e solitárias, casas antigas, veredas estreitas, ao fundo, a imagem do Cerro Rico domina o planalto; até hoje dezenas de mineiros se perdem em seus desníveis e boca de minas, mas nada é como antes: já não há delírios de prata nesta velha Vila Imperial, que devido às diversas crises mineiras sucedidas em anos posteriores e os confrontos contra o regime espanhol para obter sua independência, afetaram ao desenvolvimento da cidade. Apesar de seu desgaste e do esgotamento de suas minas, Potosí é um incrível destino turístico para quem gosta da aventura e da sabedoria que só uma cidade destas características pode brindar.




 
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