Documentos para embarque

É obrigatório no ato do embarque, a apresentação pelo passageiro de DOCUMENTO ORIGINAL, não é aceita cópia, mesmo autenticada.

A responsabilidade pela apresentação dos documentos necessários ao embarque é pessoal e exclusiva do passageiro.

Viagem internacional (Voo Internacional ou Cruzeiro Marítimo)

Documento exigidos no ato do check-in para embarque (aeroporto ou porto)

Maiores de 18 anos:
  - Passaporte com validade mínima de 6 (seis) meses ou conforme exigência do país visitado;
  - Visto Consular quando exigido;
  - Viagens Mercosul e Cruzeiros, Passaporte ou RG original em bom estado e com emissão a menos de 10 anos, exceto Chile em que a emissão precisa ser anterior a 5 anos

Menores de 18 anos:

Viagem internacional inclusive Mercosul e Cruzeiros, precisa do passaporte ou RG (certidão nascimento não é aceito).
Viajando desacompanhado é necessária autorização dos pais por escrito e com firma reconhecida em cartório e quando viajar apenas com o pai ou a mãe necessita autorização do outro.
Visto Consular quando exigido;

Estrangeiros

Residente ou não no Brasil deverá portar a documentação Passaporte, RNE original e visto necessário inclusive no Mercosul e as vacinas obrigatórias para cada destino da viagem (país ou região).

Vacinas

Portar o atestado da vacina exigido para o destino da viagem, sem o qual também não haverá o embarque.

Cancelamento ou alteração de vôo

Nas viagens aéreas, qualquer alteração de vôo ou reemissão de bilhete, haverá a multa cobrada pela Cia Aérea;
Viagens em vôos fretados estão sujeitas à alteração de horários, conforme já informado pelo agente.

Vacinas

É importante vacinar-se antes de viajar?

Verifique se em seu destino de viagem existe algum surto e/ou se exige algum tipo de cuidado especial. Então, previna-se com uma vacina em um posto de saúde ou uma clínica de vacinação.

Alguns países inclusive exigem o Certificado Internacional de Vacinação de Febre Amarela. Ele é emitido nos portos, aeroportos e fronteiras. Mas você pode tomar a dose no posto de saúde mais próximo da sua casa e depois trocar o comprovante nos lugares que emitem o documento. Ela vale por dez anos e precisa ser tomada dez dias antes do embarque. Independetemente do destino, é importante estar em dia com calendário vacinal do Programa Nacional de Imunização do Ministério da Saúde.

Mais informações, na Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária)
tel.: 0800-61-1997
disponível no site: anvisa.gov.br

Passaporte

Acessando o link abaixo, você terá acesso a diversos serviços relacionados a solicitação, andamento, documentação necessária e/ou agendamento para retirada de passaporte.

disponível no site: dpf.gov.br

ou ligue para a Central de Atendimento de Passaporte 0800-978 2336
(segunda a domingo, 24h)

Perda ou roubo de passaporte

Durante uma viagem para o exterior é preciso ter cuidado com o passaporte, pois qualquer problema, como perda ou roubo, pode atrapalhar ou encurtar a viagem.

Se o brasileiro perder ou tiver seu passaporte roubado ainda no Brasil, basta ir até uma delegacia para fazer um boletim de ocorrência (evitando dores de cabeça se alguém utilizar o documento em seu nome) e solicitar um novo nos postos de atendimento da Polícia Federal.

No exterior, a atenção deve ser dobrada. Em caso de roubo ou perda do passaporte, o viajante deve, em primeiro lugar, fazer uma ocorrência policial e procurar a representação consular ou diplomática brasileira mais próxima.

Se o país em que estiver não possuir embaixada ou consulado do Brasil, o brasileiro deve viajar até o país com representação brasileira mais próximo. Para não ter problemas na fronteira, antes de cruzá-la é melhor comunicar a autoridade consular do local onde vai retirar o novo documento.

Transporte de animais

Viajando com seu animal para o Exterior e de Avião

Viajar com seu animal de estimação, não é tão difícil assim. Veja, a seguir, quais são os procedimentos:

CÃES E GATOS EMBARQUE INTERNACIONAL: Para viajar para o Exterior é necessário um CZI (Certificado Zoossanitário Internacional) emitido pelo Ministério da Agricultura, gratuitamente, nos aeroportos internacionais. Para obtê-lo voce deve seguir os seguintes procedimentos:
Agendar, por telefone ou pessoalmente, uma consulta com o médico veterinário do Ministério da Agricultura localizado nos Aeroportos Internacionais.

Procurar o seu Veterinário e solicitar um "Certificado Sanitário" ou seja, um atestado de saúde. Com as seguintes informações:
  - raça;
  - nome;
  - origem do animal (informações do Pedigree se houver);
  - estado geral;
  - nome do proprietário (qualificação completa); e
  - carteira de vacinação atualizada.*
*- a vacina anti-rábica é obrigatória para animais com mais de 120 dias e deve ter sido aplicada há mais de 20 dias e há menos de um ano), assinado pelo médico veterinário. (Dados obrigatórios do comprovante de vacinação: etiqueta da vacina constando o laboratório, o tipo e o número da partida.

IMPORTANTE: O CERTIFICADO SANITÁRIO E VÁLIDO POR 3 (TRÊS) DIAS DA DATA DE EMISSÃO.
Com estes documentos e com o animal que será embarcado, você deve comparecer ao posto do Ministério da Agricultura que você agendou previamente, para que ele seja examinado pelo veterinário, daquele departamento, que irá emitir o CZI. Com o CZI em mãos seu animal esta apto a viajar.

IMPORTANTE: O CZI É VÁLIDO POR 8 DIAS DE SUA EMISSÃO PARA O EMBARQUE, PERDENDO A VÁLIDADE APÓS ESTE PRAZO.

CONDIÇÕES DE TRANSPORTE: É importante salientar que a forma de transporte deve ser consultada na Cia aérea, marítima ou rodoviária escolhida, pois há variação de como transportar seu animal.
DESEMBARQUE INTERNACIONAL:
O animal que irá desembarcar no Brasil deverá portar o CZI emitido por médico veterinário oficial do Ministério da Agricultura do país de origem.
Portar comprovante de vacinação anti-rábica (deve ter sido aplicada há mais de 20 dias e menos de um ano).
Estes documentos exigidos para trânsito internacional deverão ser apresentados junto com o animal aos médicos veterinários do Ministério da Agricultura na área da Alfândega para vistoria e posterior emissão de termo de liberação.
Na falta de qualquer um dos documentos exigidos para o trânsito internacional o animal será devolvido à origem sob a responsabilidade da companhia aérea transportadora.

EMBARQUE E DESEMBARQUE DOMÉSTICO:

Para transportar seu animal de um estado ao outro é necessário o GTA - Guia de Trânsito Animal.
Este documento pode ser emitido tanto pelo Ministério da Agricultura (gratuitamente) ou por médicos veterinários particulares, credenciados pelo Ministério da Agricultura e do Abastecimento. *Consultar a listagem dos veterinários credenciados no Setor Ministério da Agricultura Serviço de Sanidade Animal.
Para a emissão do GTA é necessário:
  -  Exame do animal pelo médico veterinário credenciado que emitirá o documento;
  -  Apresentação do comprovante de vacinação anti-rábica (deve ter sido aplicada há mais de 20 dias e menos de um ano)*.

*- assinado por médico veterinário. Dados obrigatórios do comprovante de vacinação: etiqueta da vacina constando o laboratório produtor, o tipo e o número da partida.

IMPORTANTE: Validade do GTA: 03 (três) dias para todo o território nacional.

BSERVAÇÃO: Para animais da Fauna Brasileira deve ser seguido o mesmo procedimento porém, acrescido de um parecer (autorização) do IBAMA - http://www.ibama.gov.br. Com este documento em mãos deve-se tomar as mesmas providências para embarque de cães e gatos.

Para animais de grande porte entre em contato com o Ministério da Agricultura pois, o procedimento é mais complexo.

Saúde em vôo

O ambiente da cabine

Altitude/Pressurização:

A cabine dos aviões é pressurizada a fim de minimizar os efeitos da altitude para os tripulantes e passageiros. Não se obtém uma pressão atmosférica equivalente ao nível do mar, mas suficiente para garantir uma boa pressão de oxigênio. Esta pequena diferença pode ser prejudicial à pessoas com problemas respiratórios ou cardíacos, sendo aconselhável consultar um médico previamente. Outro efeito da baixa pressão é a expansão gasosa. Durante o vôo, o ar que fica enclausurado em nosso corpo, nos chamados seios da face e no interior do ouvido, além dos intestinos, pode se expandir e, eventualmente, até causar desconforto. Algumas situações como sinusite e otites médias podem se agravar por não permitirem uma adequada ventilação dessas cavidades, tornando estas circunstâncias contra-indicadas para o vôo.

Qualidade do ar:

O ar no interior da cabine é de melhor qualidade que nos demais ambientes usuais de ar condicionado, sendo 50% derivado do ar externo através das turbinas e 50% recirculado. Este último passa por filtros de alta capacidade, contribuindo ainda mais para a purificação do ambiente, eliminando bactérias, vírus, etc. ( www.ashrae.org ). O clima na cabine é bastante seco, em função da baixa umidade do ar (umidade relativa entre 10% e 20%). Nesses patamares o ambiente pode ser desconfortável para alguns passageiros, porém preserva os equipamentos eletrônicos, além de impedir a proliferação de fungos. Veja como evitar o desconforto:
  - Beber líquidos em abundância;
  - Evitar bebidas alcoólicas ou com cafeína, pois podem provocar perda de líquido;
  - Cuidado com lentes de contato, usando colírio lubrificante se necessário;
  - Em vôos longos use hidratante de pele.

Trombose Venosa Profunda (TVP)

Nos últimos tempos muito tem sido publicado na imprensa leiga acerca da ocorrência de trombose venosa profunda em passageiros do transporte aéreo.

Abaixo você encontra informações baseadas em dados médicos gerais e sobretudo da recente compilação feita pelo Seleto Comitê para Ciência e Tecnologia da Câmara dos Lordes Britânica, do qual participaram inúmeras instituições como fabricantes de aeronaves, entidades médicas científicas, empresas aéreas, etc.

Um pouco de fisiologia:

O sangue circula nas artérias devido a força de contração do coração e é distribuído pelos vasos capilares levando oxigênio (O2) e alimento para os diversos tecidos, e recolhendo os detritos desta atividade metabólica, incluindo o gás carbônico (CO2).

O sangue dos capilares é drenado para as veias através das quais o sangue retorna para o coração para ser renovado nos pulmões. As veias dos membros inferiores dispõem de pequenas válvulas de sentido único, o que facilita que o sangue possa chegar até o coração contra a ação da gravidade. Para que isto ocorra é fundamental a ação da musculatura das panturrilhas (batata-da-perna) que ao se contrair “ordenha” essas veias profundas “empurrando” o sangue para dentro das veias obrigando-o a subir.

Quando permanecemos sentados e imóveis por muito tempo algumas coisas acontecem:
  - As veias profundas das pernas podem ser comprimidas pelo peso do nosso próprio corpo contra o assento;
  - A imobilidade da musculatura das pernas compromete o mecanismo acima mencionado de circulação venosa;

Esta combinação de fatores, sobretudo, quando associada com outros como desidratação, uso de certos medicamentos e mesmo determinada predisposição genética, pode levar à formação de trombos (coágulos) dentro das veias profundas. Esta é a chamada Trombose Venosa Profunda (TVP).

É importante sublinhar que este tipo de problema não é exclusivo do transporte aéreo, ou de alguma classe de viagem, mas sim da imobilidade prolongada, sobretudo em posição sentada.

Termos como “Síndrome do Avião” ou “Síndrome da Classe Econômica” são no mínimo enganosos e não devem continuar a ser empregados.

Fatores predisponentes para a TVP:

Os especialistas concordam que os fatores abaixo estão relacionados com o risco de TVP:
  - Idade acima de 40 anos;
  - Gravidez;
  - Câncer atual ou passado;
  - Distúrbios sangüíneos que aumentam a coagulabilidade;
  - História pessoal ou familiar de TVP;
  - Cirurgia ou trauma recente de grande porte, especialmente para os membros inferiores ou abdômen;
  - Terapia hormonal com estrogênios, incluindo pílulas anti-concepcionais;
  - Imobilização por um dia ou mais;
  - Desidratação;
  - Insuficiência cardíaca;
  - Trauma;
  - Veias varicosas;
  - Obesidade;
  - Tabagismo;

Minimizando a chance de TVP:

Passageiros sem fatores de risco (como listados acima):
  - Mexa-se no assento, tanto quanto possível, variando sua posição;
  - Evite o excesso de álcool ou bebidas ricas em cafeína, antes e durante o vôo;
  - Evite a utilização de medicação para dormir;
  - Use roupas leves e confortáveis durante o vôo;
  - Exercite sua musculatura da panturrilha.

Passageiros com fatores de risco:

Consulte-se com seu médico em caso de qualquer dúvida, para que possa ser considerado:
  - O uso de meias elásticas durante o vôo;
  - O uso de medicações específicas;
  - O risco do vôo para sua condição médica particular.



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